The WHO é bom e não somos nós quem o diz

Hoje de manhã, nas leituras diárias pela blogoesfera  deparei-me com esta pequena recensão crítica a uns dos discos de este ano que mais prazer me deu ouvir: The WHO trio. As palavras são do João Lopes, no seu Blog partilhado com o Nuno Galopim.

“{...}Embora com muitas actividades repartidas pelos mais variados agrupa-mentos, o certo é que desde 1995 construíram uma intimidade musical que lhes permite lançar, agora, um prodigioso álbum que, certamente não por acaso, possui o título esclarecedor de Less Is More.
É certo que a estrutura mais clássica do trio de jazz poderia apelar a texturas mais ou menos formatadas, porventura comandadas pelo piano. Mas não: o Who Trio funciona a partir de uma democracia tonal, sempre em aberto, sempre à procura das suas próprias fronteiras, num jogo de ecos, cumplicidades e narrativas que confere a Less Is More a dimensão de uma cerimónia de minimalista solenidade. E a palavra cerimónia deverá ser entendidade nas suas significações mais radicais, incluindo a que nos remete para a contenção do sagrado. “

Para ir olhando: http://sound--vision.blogspot.com/2009/03/who-trio-cerimonia-solene.html

Comentários

Atenção que as palavras

Atenção que as palavras elogiosas são de João Lopes, que faz o Sound + Vision com o Galopim, e não do João Lisboa. Esse é mais aqui: http://lishbuna.blogspot.com/.
Abraço.